//Secretaria do Meio ambiente lança edital para municípios participarem do Selo Ambiental 2026

Secretaria do Meio ambiente lança edital para municípios participarem do Selo Ambiental 2026

As prefeituras terão de fevereiro a março para apresentar requerimentos de postulação digitais no Sistema Eletrônico de Informações (SEI).

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) lançou a edição do Selo Ambiental 2026, uma iniciativa concedida aos municípios que se destacam em práticas de proteção ambiental e garante a participação nos recursos do ICMS Ecológico, um fundo que incentiva a preservação ambiental.

O selo determina que os municípios mostrem, com relatórios, ações e evidências, que estão cuidando do seu território, reduzindo o desmatamento e investindo em educação ambiental. Quanto mais resultados e compromissos, maior o selo (C, B ou A) e mais recursos do ICMS Ecológico entram para reforçar os cofres públicos, transformando resultados ambientais em benefícios diretos para a população.

“Cidades que conquistam o selo melhoram seus índices de governança, ampliam a consciência ambiental e servem de exemplo para os municípios vizinhos. Não à toa, o projeto do ICMS Ecológico do Piauí, que sustenta o programa, foi indicado a um prêmio internacional de inovação em políticas públicas ambientais — um reconhecimento ao esforço de transformar gestão e sustentabilidade em motores de desenvolvimento”, explicou o secretário do Meio Ambiente, Feliphe Araújo.

O gestor ainda reforça que o Selo Ambiental transforma obrigação em orgulho. “É uma política que valoriza quem protege, incentiva boas práticas e devolve resultados reais à população”, destacou Feliphe Araújo, lembrando que, com a publicação do edital no Diário Oficial, nessa quinta-feira (30), começa oficialmente o processo que vai definir quais cidades ostentarão o selo em 2026.

De acordo com o edital, as prefeituras terão de fevereiro a março para apresentarem requerimentos de postulação digitais no Sistema Eletrônico de Informações (SEI), comprovando ações em áreas como resíduos sólidos, recursos hídricos e educação ambiental. A análise é feita pelos auditores e pela Comissão de Avaliação e Desempenho Ambiental (CADAM), que audita cada documento e visita as cidades para verificar resultados reais.

A metodologia reduz papel, evita fraudes e garante transparência. “É um exercício de responsabilidade, de gestão pública moderna. O selo é também um incentivo à transparência e à inovação”, reforça Feliphe.

Confira aqui o edital

Fonte: Ascom Semarh